O maldito ano do Galo

Thalita Ezequiel

Acaba 2017. Vem 45 pontos. Acaba 2017. Vem 45 pontos. Acaba 2017. Vem 45 pontos. Esse é o mantra atual dos atleticanos. Que ano lastimável. Parece que o calendário chinês teima em pregar peças sempre que chega o tal ano do Galo.

Ontem, veio a derrota amarga, nos pênaltis, para o Londrina, pela Primeira Liga. Nem vou entrar nos méritos de quem foi bem ou quem não rendeu. Uma reclamação que não podemos fazer nessa temporada é sobre a inconstância do time. Se podemos ter alguma certeza quando começamos a ver um jogo, essa é a de que o Galo jogará mal.

O restante da temporada perdida se resume a conseguir os pontos suficientes para permanecer na primeira divisão. Também seria importante planejar a temporada seguinte. Mas, pelo que vimos até aqui, gestão de futebol não é o forte dessa diretoria. Com as eleições para a presidência em dezembro, fica o questionamento se haverá tempo hábil para a necessária reformulação do elenco.

E põe reformulação nisso. Precisamos contar com jogadores mais jovens, com vigor e vontade de vencer, além de qualidade técnica. No entanto, na prática, nem diretor de futebol temos. É… que ano inesperado e desesperador. Que 2018 venha para juntarmos os cacos e construirmos uma base forte novamente.

Foto: Bruno Cantini / Atlético

1 Comment

  1. Esse time parecia que levaria tudo em 2017, pelo menos pela folha de pagamento que tem. Mas como é sabido no futebol, nome e camisa, somente, não ganham nada, se bem que falta um pouco de camisa também, kkkkkkkkk. Não se pode esperar nada de um time que troca de treinador 3 vezes no mesmo ano, agora cabe ao mais novo técnico vice-campeão do Brasil, conseguir pontos suficientes para não piorar ainda mais 2017, ou melhorar né!!! Kkkkkkk.

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